Fé Católica
Respirar e Meditar

"Vem Senhor Jesus Cristo"

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“O homem é semelhante a um sopro; os seus dias são como a sombra que passa” – Sl. 144: 4.

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"Senhor Jesus Cristo,tende piedade de mim"

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Meditação Cristã é uma Tradição que remonta aos primeiros séculos do cristianismo e está enraizada nos ensinamentos e exemplo de Jesus Cristo. É também chamada de Oração do Coração, Oração Contemplativa ou Oração Pura.

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Os 10 Mandamentos da Lei de Deus

1º Amar a Deus Sobre Todas as Coisas
Adorar a Deus, orar-lhe, oferecer-lhe o culto que lhe é devido, cumprir as promessas e os votos que foram feitos a ele são os atos da virtude de religião que relevam da obediência ao primeiro mandamento.

2º Não Tomar seu Santo Nome em Vão
O segundo mandamento proíbe todo uso impróprio do Nome de Deus. A blasfêmia consiste em usar o Nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e dos santos de maneira injuriosa, ofensiva. O juramento falso o invoca Deus como testemunha de uma mentira.

3º Guardar os Domingos e Dias Santos
O sábado, que representava o término da primeira criação, é substituído pelo domingo, que lembra a criação nova, inaugurada com a Ressurreição de Cristo. A Igreja celebra o dia da ressurreição de Cristo no oitavo dia, que é corretamente chamado dia do Senhor, ou domingo.

4º Honrar Pai e Mãe
De acordo com o quarto mandamento, Deus quis que, depois dele, honrássemos nossos pais e os que ele, para nosso bem, investiu de autoridade. A comunidade conjugal está fundada na aliança e no consentimento dos esposos. O casamento e a família estão ordenados para o bem dos cônjuges, a procriação e a educação dos filhos.

5º Não Matar
Toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte, é sagrada porque a pessoa humana foi querida por si mesma à imagem e á semelhança do Deus vivo e santo. O assassinato de um ser humano é gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador.

6º Não Pecar Contra a Castidade
Ao criar o ser humano homem e mulher, Deus dá a dignidade pessoal de uma maneira igual a um e outro. Cada um, homem e mulher, deve chegar a reconhecer e aceitar sua identidade sexual. Cristo é o modelo da castidade. Todo batizado é chamado a levar uma vida casta, cada um segundo seu estado de vida próprio.

7º Não Furtar
O sétimo mandamento prescreve a prática da justiça e da caridade da administração dos bens terrenos e dos frutos do trabalho dos homens. Toda a forma de apropriação e uso injusto dos bens de outrem é contrária ao sétimo mandamento. A injustiça cometida exige reparação. A justiça comutativa exige a restituição do bem roubado.

8º Não Levantar Falso Testemunho
A verdade ou veracidade é a virtude que consiste em mostra-se verdadeiro no agir e no falar, fugindo da duplicidade, da simulação e da hipocrisia. O respeito à reputação e à honra das pessoas proíbe toda atitude ou palavra de maledicência ou calúnia.

9º Não Desejar a Mulher(Marido) do Próximo(a)
O nono mandamento adverte contra a cobiça ou concupiscência carnal. A purificação do coração exige a oração, a prática da castidade, a pureza da intenção e do olhar.

10º Não Cobiçar Coisas Alheias
O décimo mandamento proíbe a ambição desregrada, nascida da paixão imoderada das riquezas e de seu poder. A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem e o desejo imoderado de dele se apropriar. E um vício capital.

Os 7 Sacramentos da Igreja


Os sacramentos são sinais eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, por meio dos quais nos é dispensada a vida divina. Os ritos visíveis sob os quais os sacramentos são celebrados significam e realizam as graças próprias de cada sacramento. os sacramentos fortalecem e exprimem a fé.

1º Batismo
O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.

2º Eucaristia
A Eucaristia é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar. Para viver, dependemos não só da comida, mas também do pão da fraternidade, do carinho, da justiça. Nessa experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente. Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus.

3º Confirmação do Batismo ou Crisma
A Crisma é a força de Deus. Nós só conseguimos viver porque Deus nos dá essa força. Essa força de Deus é o Espírito Santo agindo em nós. Na Igreja, a experiência de nossa vida é celebrada no sacramento da Crisma. A Crisma é o sacramento do cristão que está amadurecendo na fé.

4º Matrimônio
O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher: é repartida entre o casal e os filhos, e com a comunidade onde vivem. O mais difícil do amor é permanecer firme nele. Só Deus mesmo é capaz de ser, sem defeito, fiel e amoroso. Quando o casal é fiel no amor, é um grande sinal de Deus. Deus está presente no amor do casal. Quem acredita nisso pode casar na Igreja.

5º Penitência ou Confissão
A Penitência é a volta. Quase todo dia a gente cai e se levanta. Pequenas quedas e grandes tombos. Ninguém quer ficar no chão. A gente pisa em falso porque não enxerga bem os passos e o caminho de Jesus. Erramos de caminho. Atrapalhamos a caminhada uns dos outros. Deus sempre dá a mão para a gente se deixar reconduzir. No sacramento da Penitência celebramos a coragem de pegar de novo na mão de Deus e voltar a andar no caminho dele, que é o caminho da irmandade.

6º Unção dos Enfermos
Não podemos rotular o Sacramento da Unção dos Enfermos como sinal de morte próxima, mas sim um Sacramento que podemos receber mais de uma vez quando passamos por doenças graves que necessitam de cuidados. Costuma-se na celebração o padre dar ao doente o Sacramento da Confissão, com o propósito do doente também arrepender-se de seus pecados. A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos. A Unção dos Enfermos é o sacramento da salvação total, do corpo e do espírito ao mesmo tempo. É o sacramento da esperança, porque ajuda o doente a entregar-se confiante nas mãos de DEUS.

7º Ordem
A Ordem é a dedicação. Todo dia precisamos de ajuda de outras pessoas para viver com a gente, orientar, mostrar o caminho. Essas pessoas nos ajudam a alimentar a fé, acreditar na esperança, esperar na fraternidade. Tem gente que se dedica a esse serviço. Vive para isso. O Padre é um exemplo. Dedicação por excelência, só a de Deus. Deus se dedica tanto que chegou a confiar seu próprio filho a nós, a aceitar que ele morresse por nós. Tem gente que consagra a vida para mostrar aos irmãos esse grande amor de Deus. No sacramento da Ordem, quando o bispo impõe as mãos sobre um rapaz dedicado ao serviço dos irmãos, enxergamos a grande dedicação de Deus a nós.

Os 5 Mandamentos da Igreja

A igreja de Jesus Cristo é una e santa, e recebe a denominação de igreja católica apostólica romana, onde o papa sucessor de são Pedro é o pastor ou chefe supremo. É formada pelo papa, cardeais, bispos, sacerdotes, diáconos e religiosos, constituindo a hierarquia eclesiástica; e por todos os fiéis cristãos batizados em Cristo pelo poder do Espírito Santo.

A Igreja Católica Apostólica Romana é assim intitulada porque:
  • IGREJA: É o Povo de Deus, que é o Corpo Místico de Cristo, sendo Cristo a Cabeça do Corpo. 
  • CATÓLICA: Sua área de atuação é universal, seguindo a mesma doutrina de Jesus Cristo, princípios e normas em todo o mundo. 
  • APOSTÓLICA: Foi fundada e organizada na "tradição e ensino" dos Apóstolos seguidores de Cristo. 
  • ROMANA: Sua sede é em Roma (Itália), onde São Pedro foi martirizado e sepultado, ao qual, Jesus outorgou as "chaves dos céus", ou seja, o poder e a autoridade de Cristo. (Mateus 16, 18-19).
1º Participar da santa Missa nos domingos e dias santos.
A participação na santa missa do "Dia do Senhor" ou dos dias santos de guarda é um dever obrigatório para todo cristão batizado, porque Jesus Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana, que é o domingo. A santa missa é o Santo Sacrifício de Cristo que foi consumado no Calvário, sendo renovado e celebrado do nascer ao pôr-do-sol em todo o mundo pela salvação da humanidade.

2º Confessar-se ao menos uma vez cada ano.
O segundo mandamento prescreve que o cristão batizado deve confessar-se ao menos uma vez por ano. E é através do sacramento da reconciliação ou confissão sacramental que a Igreja de Cristo proporciona ao homem a reconciliação com Deus e com os irmãos, libertando dos males espirituais com o perdão dos pecados.

3º Comungar ao menos pela Páscoa.
Celebrar a Páscoa recebendo a comunhão ou eucaristia significa o encontro e comunhão com Jesus Cristo que liberta de todo o mal, ou seja, é celebrar a libertação ou "passagem" de uma vida de escravidão no pecado para uma vida nova com Cristo.

4º Jejuar e não comer carne quando manda a Santa Igreja.
A santa Igreja prescreve no quarto mandamento que a quarta-feira de cinzas e a sexta-feira da Paixão são dias de se fazer jejum do corpo ou de alimentos com abstinência de carnes nestes dias, em respeito à morte de Jesus Cristo na cruz e como meios de penitenciar o corpo e o espírito, a fim de que os "canais da graça" sejam liberados da mancha dos pecados do egoísmo e do orgulho.

5º Pagar Dízimos, conforme o costume.
O quinto mandamento da Igreja prescreve e adverte que os fiéis cristãos batizados em Cristo também são responsáveis e provedores da construção do Reino de Deus aqui na terra, providenciando os meios materiais com as ofertas ou dízimos, a fim de manter, construir ou conservar o Templo erguido em honra a Deus, assim como prover o sustento daqueles que lhes anunciam o Evangelho do Reino, ou seja, dos "pastores eclesiásticos".

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